AI MON DIEU!!!!!!
Meus amigos..Ia me cagando a rir quando me deparei com vídeos deste mítico Senhor do Futebol. Vejam só este clip
A proposito do Ferguson.... we spoke we speak muahahahahaha we drunk ahahahaha
lindo!! Inglês formidável!!!!
Ao que parece..Mourinho nao gostou da atitude do Sir Ferguson que andou aos gritos com o arbitro. A seguir ao jogo foram ambos beber uns copitos para confraternizar no escritorio do Mourinho, mas parece que Sir Alex começou a reclamar porque nao gostava do vinho, e portanto Mourinho prometeu que quando for a OLD Trafford, iria levar um Bom vinho Portugues.
Eu recomendo... um Porto ferreira ou mesmo um Monte Velho do ano de 2002!
Bahahahahahaha... so rir!
Ca esta outro mitico video clip deste senhor quando os jornalistas lhe perguntaram se sentia pressão cm os resultados da sua equipa.. ao que o mitico se lembra de responder que a pressão naõ é mais que a Gripe das aves, nomeadamente do Cisne da Escócia MUAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA MUAHAHAHAHAHAHAHA... A serio o Cisne da Escocia anda por ai...... há que ter cuidado !
"For me Pressure is... Bird Flu!" - ahhh Maldita gripe das aves anda a causar pressão e panico no mundo do Futebol!!
"Im more affraid of the swan than Football" LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL BAHAHAHAHAHAHA
MOURINHO GO BACK TO ENGLAND AND MAKE US LAUGH MAN!
sexta-feira, 7 de março de 2008
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Sr. doutó
O vocábulo doutor vem do Latim docere ("ensinar"). No seu emprego primitivo, na Bíblia, designava aqueles que ensinavam a lei hebraica (os "doutores da lei"); em Lucas 1,46 (na trad. de João Ferreira de Almeida), os pais do Menino Jesus procuraram-no em Jerusalém e "o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os".
O uso de doutor como título acadêmico, no entanto, começou nas universidades medievais (Bolonha, Salamanca, Oxford, Cambridge, Sorbonne, Coimbra, Upsala) para designar os que tinham conquistado a autorização para lecionar. Esse direito se limitava, primeiro, à sua própria universidade, mas foi estendido, mais tarde, a qualquer outra (com as indefectíveis rivalidades e picuinhas que duram até hoje).
Primeiro houve os doutores em Direito ("doctores legum"), depois em Direito Canônico ("doctores decretorum") e, já no séc. XIII, em Medicina, Gramática, Lógica e Filosofia. No séc. XV, Oxford e Cambridge começaram a conferir também o doutorado em Música. Os antigos doutorados em Direito e Medicina certamente explicam o uso popular, tanto em Portugal como no Brasil, do tratamento de doutor para os médicos e advogados. Outro resquício medieval é o título de Doutor "Honoris Causa" ("por motivo honorífico"), concedido a qualquer personalidade que uma determinada universidade queira homenagear, tenha ou não formação acadêmica.
Independentemente do sentido acadêmico (que implica a defesa de uma tese de doutoramento), uma indiscutível aura de respeito e deferência cerca o vocábulo doutor, como podemos ver nos reflexos que deixa no vocábulo douto, que indica o erudito, o sábio, o profundo especialista em determinada área. Por outro lado, o pedantismo e a atitude aristocrática de alguns doutores explica também por que chamamos de "tom doutoral" aquele tom sentencioso, muitas vezes pedante, de quem pensa que está dando lições de sabedoria.
O uso de doutor como título acadêmico, no entanto, começou nas universidades medievais (Bolonha, Salamanca, Oxford, Cambridge, Sorbonne, Coimbra, Upsala) para designar os que tinham conquistado a autorização para lecionar. Esse direito se limitava, primeiro, à sua própria universidade, mas foi estendido, mais tarde, a qualquer outra (com as indefectíveis rivalidades e picuinhas que duram até hoje).
Primeiro houve os doutores em Direito ("doctores legum"), depois em Direito Canônico ("doctores decretorum") e, já no séc. XIII, em Medicina, Gramática, Lógica e Filosofia. No séc. XV, Oxford e Cambridge começaram a conferir também o doutorado em Música. Os antigos doutorados em Direito e Medicina certamente explicam o uso popular, tanto em Portugal como no Brasil, do tratamento de doutor para os médicos e advogados. Outro resquício medieval é o título de Doutor "Honoris Causa" ("por motivo honorífico"), concedido a qualquer personalidade que uma determinada universidade queira homenagear, tenha ou não formação acadêmica.
Independentemente do sentido acadêmico (que implica a defesa de uma tese de doutoramento), uma indiscutível aura de respeito e deferência cerca o vocábulo doutor, como podemos ver nos reflexos que deixa no vocábulo douto, que indica o erudito, o sábio, o profundo especialista em determinada área. Por outro lado, o pedantismo e a atitude aristocrática de alguns doutores explica também por que chamamos de "tom doutoral" aquele tom sentencioso, muitas vezes pedante, de quem pensa que está dando lições de sabedoria.
sábado, 26 de janeiro de 2008
ATÉ QUANDO ?!
(...)
Muda! Que quando a gente muda, o mundo muda com a gente.
A gente muda o mundo na mudança da mente.
E quando a mente muda a gente anda pra frente.
E quando a gente manda, ninguém manda na gente.
Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura.
Na mudança de postura a gente fica mais seguro.
Na mudança do presente a gente molda o futuro.
Até quando você vai levando porrada?
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai ficar de saco de pancada?
Até quando você vai levando?
Boa letra.
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